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Pesquisa inédita realizada pela Duomo, mostra quais são os fatores que fazem os colaboradores permanecerem nas empresas

Reconhecimento, incentivo à carreira, salários atrativos, bom clima organizacional são alguns dos benefícios recorrentes que as empresas oferecem como atrativos aos colaboradores e candidatos que pretendem ingressar nelas. Mas será que são esses mesmos fatores que eles valorizam? A Duomo Aprendizagem Corporativa realizou uma pesquisa inédita para analisar.

Foram entrevistados mais de 120 profissionais que ocupam diversos cargos, atuam em diversas áreas e trabalham em empresas de variados segmentos – de serviços financeiros ao agronegócio, passando por tecnologia, alimentação, educação e saúde. Eles responderam questões sobre quais eram os fatores mais relevantes para permanecer em uma empresa, quais eram as tendências para o futuro do trabalho e o impacto da pandemia em sua relação com a saúde, vida corporativa e pessoal.

A importância da qualidade de vida
A Duomo analisou os fatores mais relevantes que fazem as pessoas permanecerem em uma empresa e há uma tendência expressiva da valorização do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, sendo responsável por 61% das respostas dos participantes. Remuneração vem em seguida, com 51,2%, e empatados em terceiro lugar com 48%, estão reconhecimento, bom clima organizacional e alinhamento de valores pessoais e da empresa. É importante destacar que nesta questão os participantes poderiam escolher até três alternativas.

Para Joacir Martinelli, fundador da Duomo, o estudo vai de encontro com o que ficou evidenciado desde a pandemia, que muitas pessoas estão se sentindo esgotadas com o excesso de trabalho e a saúde mental passa a ser um diferencial cada vez mais importante. “Há alguns anos, a remuneração era o fator primordial. Embora ainda tenha relevância para a maioria, ter uma rotina mais saudável para aproveitar outras atividades é a prioridade agora. Outro ponto interessante para observarmos foi o home office, tão discutido nos últimos anos. Apenas 22% responderam que é um dos principais fatores, ficando em último lugar entre 13 opções”.

Vale a reflexão dos gestores e profissionais de RH, aponta Martinelli, sobre o que a empresa tem oferecido como benefícios atrativos para reter os profissionais com o contraponto do que eles realmente querem. “Enquanto muitas empresas estão buscando manter profissionais com questões práticas e transacionais, como remuneração, benefícios e condições de trabalho, os participantes afirmam que o que faz de fato elas ficarem não são esses pontos. O alinhamento de valores, um bom relacionamento com a liderança, propósito e autonomia estão sendo considerados diferenciais”, afirma.

Olhar com mais atenção para o desenvolvimento dos líderes é um ponto importante para as empresas. “São eles que modelam a cultura, desenvolvem ou não as profissionais e contribuem de forma ativa para a construção do clima no ambiente corporativo, a confiança e o alinhamento de valores”, completa Martinelli.

Aprendizados da pandemia
A percepção da piora da saúde física, mental e emocional (com 45%, 51% e 51% respectivamente) durante a pandemia é evidente. Porém, algumas conquistas receberam destaque, como a melhora do tempo com a família (65%), da qualidade de vida (44%) e da alimentação (45%). “A sensação de exaustão, relatada por diversos profissionais, reflete nessa interpretação de piora. Já os aspectos mais valorizados estão de encontro com a pergunta anterior, que mostra a importância do equilíbrio com a vida pessoal”, observa Martinelli. A questão também permitia que os participantes escolhessem até três alternativas.

Ao serem questionados sobre o futuro do trabalho, temas que estão em alta nas discussões corporativas também figuram entre as sugestões dos entrevistados. A permanência do trabalho híbrido ou remoto é a grande aposta, de 82%, seguido pela digitalização e avanços tecnológicos, com 55%. Completam o TOP 5, Diversidade, equidade e inclusão, para 53%, os cuidados com a saúde mental, que aparecem novamente com 51%, e a ascensão feminina, com 46%.

Ao fazer uma análise mais ampla dos resultados, Martinelli conclui: “estamos diante de uma concreta necessidade de horizontalização do poder, de uma atualização de expectativas em relação ao papel do colaborador e do gestor. Os novos modelos de trabalho e a demonstração do que os profissionais mais valorizam exigem maior autonomia e mais iniciativa, ou seja, a atitude protagonista, sem dúvida nenhuma, não é uma moda passageira”.

Sobre a Duomo Aprendizagem Corporativa
https://duomo.com.br

Há mais de 20 anos no mercado de educação corporativa, a Duomo é especializada em treinamentos corporativos que geram resultados, com foco em apoiar o RH e a estrutura de gestão de pessoas. Os profissionais que participam dos treinamentos sentem a diferença na prática, influenciando diretamente suas jornadas de aprendizagem.

Para deixar as organizações mais produtivas e os colaboradores realizados, a Duomo desenvolve estratégias exclusivas para atender as necessidades de cada companhia e fortalecer as competências humanas, criando treinamento sob medida para cada empresa.

Reconhecida nacionalmente pela contribuição à alta performance, os treinamentos já foram realizados em grandes empresas, como Bosch, Burger King, Cassol, CNH Electrolux, Embraco, Fiat powertrain, GRPCOM, Grupo Boticário, HSBC, Renault, Sicredi, Unimed, Votorantim, Volvo e Whirlpool.


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